logormarca do    monitor mercantil

Home broker

faça sua busca

A partir do ano:

 

Últimas Notícias

 

 

EMPRESAS

08/02/2010 - 20:02

 

Calor começa a atrapalhar vendas da Saara...

 

EMPRESAS

08/02/2010 - 20:02

Vendas de motos sobem 21,8% no mês de janeiro...

 

EMPRESAS

08/02/2010 - 20:02

Femsa lança embalagem de 1 litro para a Kaiser...



uma descricao

 

RIO

08/02/2010 - 09:02

Saara comemora vendas em fevereiro...

imoveis

 

OPINIÃO

08/02/2010 - 19:02

Quantos Haitis?...


banner

 

FATOS

08/02/2010 - 19:02

Superávit primário é......

 

CONJUNTURA

08/02/2010 - 20:02

Choque de realidade contra lobby por nova alta de ...


 

CONJUNTURA

08/02/2010 - 20:02

"Nova classe média" ganha...



ACREDITE SE PUDER


colunista de 70985

NPriori

Entre em contato com o colunista.

 

Escreva no formulário abaixo sua mensagem

 

Seu Nome

 

Seu email:

 

Sua Mensagem:

 

 

 


24/11/2009 - 16:11

Analistas norte-americanos esperam mercado fraco em dezembro



Os analistas das 12 principais instituições de Wall Street demonstram um certo pessimismo em relação ao comportamento das ações neste final de ano. A maioria acredita que o S&P 500 deve registrar perdas em dezembro, algo em torno de 4%, e se situar na faixa dos 1.060 pontos. E todos afirmam que esse será um movimento normal, pois o indicador atualmente oscila ao redor dos 1.100 pontos, acumulando ganhos de 21,5% desde de janeiro deste ano. Assim, a expectativa é que a valorização de 2009 seja reduzida para uns 15%.

O levantamento realizado pela Bloomberg mostra que os técnicos do JPMorgan contrariam a maioria e revelam um grande otimismo ao prever que o índice estará em 1.160 pontos no final de dezembro, com valorização de 5,5%. Paralelamente, os especialistas do Barclays demonstram o maior pessimismo, pois são os únicos que colocam o índice abaixo dos mil pontos, aguardando uma desvalorização de 12%.



Portugueses são extremamente otimistas

Como as ações sobem e descem diariamente, o regulador português do mercado de capitais resolveu descobrir até que ponto o conteúdo dos relatórios dos analistas influenciam as negociações. Depois de muitas pesquisas, a Comissão de Mercados e Valores Mobiliários concluiu que essas recomendações têm impacto sobre as operações, pois de uma maneira geral contêm uma visão demasiado positiva sobre as empresas que são examinadas.

O mais interessante é que os estudos provaram que nada pode mudar a convicção de um analista português. As autoridades ficaram impressionadas porque nem a forte volatilidade registrada no final do ano passado e no primeiro trimestre deste ano foram suficientes para provocar alterações significativas nas opiniões emitidas por esses técnicos. Por causa disso, verificaram a manutenção de significativa proporção de conselhos de compra e acumular num período de quedas acentuadas das cotações. Ou seja, praticamente as mesmas apresentadas durante o período pré-crise.



Otimismo com a carteira própria

Ora, se a brasileira CVM se motivasse e fizesse levantamento semelhante, descobriria que, na época do oba-oba, a maioria das instituições, coordenadores ou não das ofertas públicas, faziam questão de distribuir os relatórios com o acompanhamento das empresas recém-chegadas no mercado, a maioria pertencente ao setor imobiliário. E houve um otimismo exagerado, muito parecido com o agora revelado pelos patrícios. Até hoje, no entanto, ninguém esqueceu de como foram ridículas as análises realizadas sobre as empresas de construção civil. Tudo bem que, eram raríssimos os técnicos que sabiam fazer uma avaliação correta do desempenho dessas companhias. Assim, na falta do que ressaltar, toda a ênfase foi dada ao valor geral de vendas, inócuo indicador, mas que devido ao desconhecimento do mercado servia para provocar constantes elevações no preço-alvo e, consequentemente, sem o menor sentido, forte valorização nas cotações.

E, como não podia deixar de ser, alguns mais afoitos resolveram projetar lucros que nem de longe foram atingidos. Bem, se procedesse dessa maneira, o regulador brasileiro chegaria à conclusão de que a diferença entre o otimismo de um analistas português e de um brasileiro é a seguinte: como são poucas as empresas portuguesas listadas na Bolsa de Lisboa, o técnico lusitano acredita que só o céu é o limite, não existindo a possibilidade de uma baixa, enquanto a do brasileiro depende de uma série de circunstâncias.



Terna tem perspectiva negativa

Domingos Sávio Castro Horta, diretor de Relações com Investidores da Terna Participações, distribuiu comunicado revelando que relatório de rating da Moody"s para as notas promissórias emitidas pela companhia está no site da BM&FBovespa, em Empresas Listadas / Informações Relevantes. Ora, obrigar analistas e investidores a enfrentar o suplício de encarar a nova página da bolsa, confusa, lenta e que sai do ar a todo momento, era a indicação de que a agência de classificação de risco não concedeu uma classificação muito favorável. E foi isso que aconteceu, pois os R$ 500 milhões em notas promissórias receberam um BR-1 e a empresa um Baa3 na escala global e um Aa1.br na Escala Nacional Brasileira, além de perspectiva negativa.



 

Indique para um amigo

 

 

 


Nome:

Comentário:



Escreva seu comentário dentro de 60 caracteres.

Por favor efetue o seu login , com os dados cadastrados.



Email:

Senha:


 

 

 

 

 

 

 

Todos os direitos reservados ao Jornal Monitor Mercantil.

Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuido sem prévia autoriização.