logormarca do    monitor mercantil

acessorios para carro

faça sua busca

A partir do ano:

 


Últimas Notícias

 

 

EMPRESAS

30/07/2010 - 21:07

 

Disney venderá a Miramax por mais de US$ 660 milhõ...

 



uma descricao

 

EMPRESAS

30/07/2010 - 21:07

Compacta no preço e no tamanho...

imoveis

 

OPINIÃO

30/07/2010 - 21:07

Prevenção de Acidentes: Saúde do Trabalhador...


banner

 

OPINIÃO

30/07/2010 - 21:07

Um jogo chamado "Custo Brasil"!...

 

INTERNACIONAL

30/07/2010 - 21:07

Economista diz que chineses preferem produzir que ...


 

INTERNACIONAL

30/07/2010 - 22:07

Greve impede postos gregos de abastecer...



EMPRESAS



14/05/2009 - 20:05

Indústria hospitalar ainda não sentiu a crise mundial



Prestadores de serviços e produtores de bens essenciais fazem parte de um grupo econômico que ainda não sentiu os efeitos da crise. Dentro desse segmento encontra-se a indústria brasileira médico-hospitalar e odontológica. O setor registrou um faturamento de US$ 4 bilhões em 2008, representando crescimento de quase 5% em relação a 2007.

Apesar da crise econômica mundial, a cadeia mantém o ritmo dos negócios neste primeiro semestre de 2009. Os dados foram anunciados pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo), Franco Pallamolla. Segundo o dirigente, os níveis de demanda das esferas pública e privada continuam altos, principalmente nos hospitais. "O setor, portanto, sustenta seu ritmo e ainda conta com a injeção de novos investimentos estrangeiros na produção do país", afirma.

Um dos reflexos da crise foi a alta do dólar. No entanto, a cotação da moeda não teve impacto negativo para o setor. A valorização do câmbio tem favorecido as empresas exportadoras. Em contrapartida, os importadores de insumos e equipamentos sentiram o encarecimento dos produtos.

"Com o acirramento da crise, esse repasse no valor final dos produtos tende a pressionar as relações entre fornecedores, hospitais e operadoras", explica Pallamolla. A queda da arrecadação tributária também poderá impactar na indústria médico-hospitalar e odontológica.

"A crise deverá caminhar do interior para os grandes centros. Sem recursos, muitos municípios são obrigados a reverem seus orçamentos, o que, com certeza, atingirá a saúde pública", prevê o presidente da Abimo.



 

Indique para um amigo

 

 

 


Nome:

Comentário:



Escreva seu comentário dentro de 60 caracteres.

Por favor efetue o seu login , com os dados cadastrados.



Email:

Senha:


 

 

 

 

 

 

 

Todos os direitos reservados ao Jornal Monitor Mercantil.

Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuido sem prévia autoriização.